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DIU é contraceptivo eficaz em mulheres cardíacas e hipertensas

Para Organização Mundial de Saúde uso de produtos com hormônio deve ser restrito

 

Nem todas as mulheres podem tomar pílula anticoncepcional, ou produtos contraceptivos que liberem hormônios no organismo. Apesar de a indústria estar se sofisticando neste setor, com a pesquisa de medicamentos de ponta que trazem algum tipo de benefício, como controle da acne e oleosidade da pele, ou combate à retenção de líquidos que reduzem o inchaço provocado pela ingestão de hormônios - há casos em que a pílula não pode ser receitada.

 

O ginecologista Dr. Juan Díaz, assessor médico para América Latina do Population Council, entidade internacional que atua em planejamento familiar, lembra que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que não devem tomar pílula mulheres nos primeiros seis meses pós-parto, se estão amamentando. “A pílula diminui a quantidade do leite e, por essa razão, pode afetar a saúde da criança”.

 

Outras condições de saúde em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) não recomenda usar a pílula, são doenças cardiovasculares como a hipertensão arterial, câncer de mama atual ou anterior, mulheres fumantes acima de 35 anos e doenças da vesícula biliar. Também não é recomendável para as mulheres que sofrem de enxaqueca; tomam medicamentos anticonvulsivos; sofrem de diabetes há mais de 20 anos; possuem quaisquer tumores do fígado, órgão que metaboliza o medicamento; ou estão com hepatite em atividade.

 

Nestas circunstâncias, deve ser usado um método não hormonal, um caminho seguro e eficaz, decidido junto com o médico, como o DIU  (dispositivo intra-uterino), um produto com duração de pelo menos 10 anos, e que não provoca efeitos colaterais no organismo.

 

Os DIUs atualmente utilizados são de plástico e contêm cobre, o que aumenta em muito sua eficácia.  O único produto fabricado no Brasil com estas características é da marca Optima, produzido pela Injeflex. Seu rígido controle de qualidade passou por normas internacionais, tanto que está sendo vendido e distribuído pelas Organizações das Nações Unidas (ONU) e por outras instituições internacionais ligadas ao controle populacional, e exportado para o Paquistão, Tunisia, Coreia do Norte, Sri Lanka, Uzbequistão e varias paises da América Latina.

 

Existem varias formas de DIU, mas os de cobre em formato de T, como o Optima, são os mais usados.  Sua eficácia pode ser comprovada pela longa duração, baixo custo, não interferência no prazer sexual, reversibilidade imediata, não apresentar efeitos colaterais do uso de hormônios, não interagir com outras medicações. Em contrapartida, pode alterar o ciclo menstrual nos três primeiros meses, aumentar a secreção vaginal e provocar cólicas.

 

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